Governo de Goiás atende vítimas de violência sexual com serviço especializado

Ambulatório do Hospital Estadual da Mulher conta com atendimento de psicologia, serviço social, enfermagem e ginecologia. Iniciativa é pioneira no país

Pioneiro no Brasil, Ambulatório de Atendimento a Vítimas de Violência Sexual (AAVVS) no Hemu conta com atendimentos de psicologia, serviço social, enfermagem e ginecologia

Em Goiás, vítimas de violência sexual contam com atendimento especializado no Hospital Estadual da Mulher Dr. Jurandir do Nascimento (Hemu), por meio do Ambulatório de Atendimento a Vítimas de Violência Sexual (AAVVS), pioneiro no cuidado integral de vítimas desse tipo de crime no país.

Desde 2021, com a inauguração do Hospital Estadual da Criança e do Adolescente (Hecad), o serviço do AAVVS do Hemu é exclusivo para vítimas de violência sexual com idades acima de 14 anos (mulheres) e de 18 anos (homens). Somente no primeiro semestre de 2023, foram realizados 1.573 atendimentos. Em todo o ano de 2022, foram 2.393 pessoas atendidas.

O AAVVS conta com profissionais de psicologia, serviço social, enfermagem e ginecologia. E mantém comunicação direta com a rede de proteção, que inclui delegacias especializadas, conselhos tutelares, Ministério Público e juizados. O atendimento, referência em cuidado humanizado, visa garantir os direitos da mulher ou de qualquer vítima de violência sexual.

Caso seja necessário, o atendimento emergencial é realizado no pronto-socorro do Hemu, 24 horas por dia, com posterior atendimento ambulatorial no AAVVS, pela equipe multidisciplinar especializada. No ambulatório, os pacientes são atendidos de segunda a sexta-feira, das 7h às 13h.

Para o coordenador do AAVVS, Ronaldo Moura, a equipe multiprofissional e especializada é essencial, atuando desde a realização de exames até o atendimento psicológico. “A violência sexual resulta em grande impacto na saúde física, psíquica e, consequentemente, na vida produtiva das vítimas e demais membros da família, produzindo vulnerabilidades e insegurança. Diante dessa situação traumática, as vítimas encontram um porto seguro no AAVVS”, explica.

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