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Municípios apresentam áreas para construção de casas

Quatro municípios da região norte de Goiás, visitados pelo presidente da Agência Goiana de Habitação (Agehab), Marcos Abrão Roriz, apresentaram áreas para a construção de moradias de interesse social, que beneficiam famílias com renda de zero a três salários mínimos: Porangatu, Novo Planalto, Amaralina e Campinorte.

Depois de participar, na última sexta-feira, do encerramento da audiência pública do Plano Estadual de Habitação de Interesse Social (Pehis), que aconteceu em Porangatu, Marcos Abrão Roriz visitou canteiros de obras da Agehab na região norte. Ele conversou com os prefeitos sobre o déficit habitacional da região e apresentou os programas habitacionais do Governo de Goiás, o Cheque-Moradia e o Casa Legal, de regularização fundiária. Todos os municípios visitados comprometeram-se a apresentar, ainda em novembro, áreas para receber os empreendimentos.

Em Novo Planalto, Marcos Roriz visitou o canteiro de obras do Residencial Flamboyant, com 30 casas em construção em parceria com o programa do governo federal Minha Casa Minha Vida, que contou com a participação de beneficiários. O prefeito Odair Justino solicitou do presidente da Agehab apoio para fazer regularização fundiária no município. “Este apoio do governo é fundamental para os municípios, pois temos muitas dificuldades, principalmente para fazer regularização fundiária”, assinalou o prefeito.

Em Amaralina, o prefeito Dásio Marques apresentou área no Jardim Primavera, que comporta mais 50 casas. No município, segundo o prefeito, apenas 10 estão regularizadas. “Esse apoio técnico da Agehab, para auxiliar o município a fazer regularização fundiária, é imprescindível para o enfrentamento de um problema que afeta a maioria dos municípios da região”, disse Dásio Marques, futuro presidente da Associação dos Municípios do Norte (Amunorte). 

Em Campinorte, o prefeito Wander Borges destacou que a demanda do município imediata é de 300 casas e que colocará a área para fechar parceria com o Estado. Na visita ao canteiro de obras do Conjunto Joviano Pinheiro, Marcos Roriz também conversou com os beneficiários que aguardam a conclusão das casas. A lavradora Maria Leal Pereira, 39 anos, casada, um filho, conta que sonha com o dia que receberá as chaves de sua casa. “Moramos de aluguel, às vezes em barracas nas fazendas onde trabalho com o meu marido. É muito difícil viver assim, de um lado para o outro. Esta será a primeira casa da minha vida”.

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