HCN realiza primeira captação de órgãos de 2024

Rins e córneas foram doados por um homem de 36 anos, com morte encefálica atestada. Essa é a 15ª captação de órgãos realizada pelo hospital do Centro-Norte goiano

Foram captados os rins e córneas que foram destinados a pacientes na fila de transplante

Referência no estado e no Sistema Único de Saúde (SUS), o Hospital Estadual do Centro-Norte Goiano (HCN) realizou a primeira captação de órgãos de 2024. Foram captados os rins e córneas que foram destinados a pacientes na fila de transplante. O doador era um homem de 36 anos, que teve morte encefálica determinada por protocolos legais. Essa é a 15ª captação de órgãos realizada pela unidade do Governo de Goiás, em Uruaçu.

O processo contou com o apoio da equipe de médicos e enfermeiros da Central Estadual de Transplantes da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO) e da Fundação Banco de Olhos (Fubog), com suporte logístico do Corpo de Bombeiros e da Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), que cedeu a aeronave responsável pelo apoio aos procedimentos de transporte da equipe e órgãos captados.

Sensibilidade

A captação dos órgãos foi realizada com a autorização familiar. Os rins e córneas doados beneficiaram pessoas que aguardavam na fila do Sistema Nacional de Transplantes (SNT). O HCN está se consolidando como referência em captação no estado por possuir todo aparato tecnológico e humano para realizar esse tipo de coleta.

O hospital se tornou um grande aliado dessa causa, instruindo e estimulando familiares e pacientes sobre a importância de ser um doador. “O transplante pode ser a única esperança de vida ou uma oportunidade de recomeço para as pessoas que precisam da doação, por isso é importante sempre falarmos sobre o tema e incentivarmos a doação”, destaca o coordenador da UTI do HCN, Dieimys Lucas Cândido.

Doação

A posição da pessoa na fila de espera para doação de órgãos depende de diversos fatores, tais como compatibilidade, idade, doenças associadas e grau de urgência, conforme avaliação da equipe cirúrgica e sempre com o conhecimento do receptor. Quem regula a fila é o Sistema Único de Saúde (SUS) e os órgãos doados vão para pacientes que aguardam na fila nacional única, controlada pelo Sistema Nacional de Transplantes.

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