Geovanna Janny Brites Monteiro, de 23 anos, ficou cinco dias internada no Hugol. A jovem estava desaparecida desde o dia 28 de agosto; a família diz que está surpresa e que esperava

A jovem de 23 anos que morreu após desaparecer e ser encontrada queimada tinha saído para visitar a madrinha em Goianira, na Região Metropolitana da capital, quando perdeu contato com a família, de acordo com a irmã. Thamires Cristina Soares de Oliveira disse que Geovanna morava no Jardim Novo Mundo, em Goiânia. A jovem morreu no Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol), cinco dias após ser encontrada.
De acordo com a irmã, a jovem comprou combustível em um posto próximo ao Hugol antes de sofrer as queimaduras. Segundo ela, Geovanna estaria “visivelmente em crise” quando fez a compra.
“O posto fica quase de frente para o Hugol. Como um posto na porta de um hospital vende gasolina para uma pessoa como a Geovanna, visivelmente em crise? Onde estava a responsabilidade do frentista e do gerente de negar essa venda?”, questionou Thamires.
Investigação
De acordo com o Hugol, Geovanna morreu no dia 13 de setembro. Em nota, a paciente não resistiu, apesar de todos os esforços da equipe multidisciplinar.
A Polícia Civil informou que o caso é investigado como morte acidental. A Polícia Científica confirmou a identificação da jovem e disse que a causa da morte foram as queimaduras, mas que não realizou perícia no local, portanto, não tem informações sobre como os ferimentos aconteceram.
A família de Geovanna questiona forma como o combustível foi vendido para a irmã. “Eu quero saber: esse posto tinha autorização para vender gasolina fracionada? Em que recipiente venderam para ela? […] Hoje essa venda custou a vida da minha irmã”, disse.
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