Companhia destaca investimentos em licenciamento, biodiversidade, gestão hídrica e qualidade ambiental.
Enquanto muitas pessoas associam mineração a impacto, a Lundin Mining Brasil constrói, diariamente, uma narrativa diferente: a de uma operação guiada por ciência, monitoramento permanente e investimentos em proteção ambiental. Entre 2022 e 2025, a operação da Mina Chapada, em Alto Horizonte (GO), consolidou um conjunto de ações voltadas à construção de soluções que consideram o futuro do território e das comunidades do entorno.
As iniciativas abrangem desde o atendimento às exigências de licenciamento ambiental até programas estruturados de compensação, pesquisa em biodiversidade, controle da qualidade do ar, gestão de recursos hídricos e recuperação de áreas. O planejamento busca antecipar riscos, mitigar impactos e deixar um legado ambiental positivo para as próximas gerações.
Para o diretor de operações da Lundin Mining Brasil, Cleiber Rezende, os números refletem uma visão de longo prazo: “Acreditamos que mineração responsável se constrói no dia a dia com ciência, transparência e compromisso real com o meio ambiente e com as pessoas. Investimos consistentemente em gestão ambiental, monitoramento e recuperação porque sabemos que nosso papel vai além da operação. Nosso objetivo é garantir que as comunidades tenham segurança hoje e confiança no futuro, deixando um legado ambiental positivo”.
LICENCIAMENTO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL: RIGOR TÉCNICO E INVESTIMENTO CONTÍNUO
No licenciamento ambiental, a Lundin Mining Brasil alcançou 100% de atendimento às condicionantes ambientais, resultado de processos técnicos estruturados e de diálogo contínuo com os órgãos reguladores. Ano após ano, o processo ganhou mais eficiência e previsibilidade, refletindo a maturidade da gestão ambiental da empresa.
Na frente de compensação ambiental, os investimentos superaram R$ 10,9 milhões, direcionados a programas voltados ao desenvolvimento sustentável e à recuperação ambiental. Desse total, R$ 3,2 milhões foram aplicados em ações no Nordeste Goiano e no fortalecimento de políticas públicas ambientais, enquanto R$ 7,7 milhões foram destinados ao programa Juntos pelo Araguaia, focado na recuperação da bacia hidrográfica.
O impacto e a relevância dessas iniciativas também têm sido reconhecidos internacionalmente. Em novembro de 2025, o programa Juntos pelo Araguaia foi premiado no GEEF Global Sustainability Award, em Nova Délhi (Índia) na categoria “Iniciativa do Ano em Restauração Ecológica Global”. A premiação, somada às ações desenvolvidas ao longo dos últimos anos, evidencia como a mineração responsável pode contribuir de forma concreta para o desenvolvimento socioambiental da região, gerando benefícios duradouros para os territórios e comunidades do entorno.
MONITORAMENTO AMBIENTAL E GESTÃO DE EMISSÕES
A gestão ambiental da empresa é orientada por indicadores proativos e por sistemas de monitoramento contínuo. Em 2024, foi desenvolvido o Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa, em parceria com a consultoria ARCA, consolidando um processo colaborativo que resultou em oportunidades de melhorias no processo para a redução de emissões de carbono. O inventário foi elaborado seguindo as metodologias do Programa Brasileiro GHG Protocol (PBGHG) e dos European Sustainability Reporting Standards (ESRS), fortalecendo a governança climática e a busca por uma operação cada vez mais sustentável.
PESQUISA, BIODIVERSIDADE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL
Na área de biodiversidade, foram registrados o resgate de mais de 700 animais silvestres, a reintrodução de 400 plântulas e sementes, a implantação de cortinas arbóreas, cercamento de Áreas de Preservação Permanente (APP) e o plantio de 2 mil mudas de espécies nativas, contribuindo para a recuperação ambiental das áreas impactadas.
As ações de educação ambiental alcançaram mais de 2 mil trabalhadores e 700 moradores das comunidades, fortalecendo o entendimento coletivo sobre preservação, uso consciente dos recursos naturais e corresponsabilidade ambiental.
PLANEJAMENTO PARA O PÓS-MINERAÇÃO
Com foco no longo prazo, foram investidos mais de R$ 22 milhões em ações relacionadas à implantação de sistemas de drenagem, estudos de circularidade, reuso de efluentes e aproveitamento de rejeitos na recuperação de áreas mineradas. As iniciativas integram o planejamento do pós-mineração, com ênfase em segurança ambiental, estabilidade das áreas e reabilitação do território.
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